
A cada dia que passa eu fico mais convencido que a saída para o desenvolvimento social e econômico é uma luta armada. Fora do Brasil, óbvio. Papo sério, de verdade.
Ali embaixo no blog deve ter algum post sobre isso, mas reitero o pensamento. Acompanhe:
1) Todos os desocupados e vagabundos que passam o dia e a noite observando o movimento das coisas e anotando mentalmente onde estão as oportunidades de roubar alguma coisa pela cidade receberiam uma arma e seriam treinados para matarem os "inimigos". Quando voltassem receberiam um prêmio a combinar (a idéia é que eles não voltem).
2) Todos os jovens reacionários com mais de 15 anos e que passam o dia desrespeitando os professores nas escolas públicas receberiam a missão de matar o maior número de "inimigos" possível. Receberiam em troca um celular 3G quando voltassem. De graça!
3) O local obrigatoriamente deve ser longe de qualquer área nacional. Deve ser, por exemplo, na Antártida, ou no Sul da Argentina, na Venezuela, na África do Norte, bem no meio do Saara, ou então, na Rússia. Aliás, se for na Rússia, que seja no inverno, e joga todo mundo de pára-quedas, pra nem gastar tempo com pouso e decolagem.
4) O recrutamento seria feito de acordo com o ensino: Ensino Fundamental - recrutamento obrigatório e posicionamento na linha de frente ou abertura de trincheiras e instalação e teste de minas terrestres. Ensino Médio - recrutamento obrigatório com posições mais estratégicas, de cabo ou sargento. Seriam responsáveis por comandar tropas e ataques aos alvos "inimigos". Ensino Superior - recrutamento facultativo e atuação na parte estratégica, e só se o cara quisesse participar da guerra. E também porque já é função dos militares fazer a parte estratégica.
5) Haveria um redirecionamento econômico para tempos de guerra, movimentando a indústria direta e indiretamente, aumentando as taxas de emprego e diminuindo a taxa de criminalidade. As escolas teriam mais vagas e direcionariam todo o ensino para a parte prática da guerra.
6) Parceria com algum presidente que compartilhe dos mesmos objetivos que nós, para formar uma Aliança. Se forem 3, melhor ainda: seria uma Aliança Tríplice, de novo. O mote tem que ser forte, tipo aquele "Ame-o ou deixe-o", e fortes sentimentos patriotas teriam que ser insistentemente veiculados.
Continuo afirmando que essa tática só traria benefícios (vide E.U.A que fazem isso sempre que possível). Os índices de criminalidade despencariam, os econômicos saltariam, a globo ajudaria na campanha nacionalista com musiquinhas e com o Galvão.
Não vejo nada contra. Alguém vê?
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